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Mostrando postagens de Junho, 2007

De novo às cotas raciais

Quando a mídia já havia esquecido a polêmica em relação às cotas raciais, o tema retorna à pauta. No Brasil, mais uma universidade – a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – o adotou nessa sexta-feira (29/06), mesmo que sob protestos de alguns de seus integrantes. Segundo notícia no site da UFRGS, o conselho universitário aprovou o programa que prevê uma reserva de 30% das vagas de cada curso de graduação para alunos autodeclarados negros e oriundos de escolas públicas. Com isso, a universidade gaúcha soma-se às outras 35 universidades brasileiras que já possuíam sistema semelhante. Enquanto isso, nos EUA, a suprema corte adotou uma atitude contrária à esse sistema.

Segundo a sentença do presidente da corte americana, John Roberts, a busca das escolas públicas pela integração racial não quer dizer que elas sejam livres para empreender uma discriminação com base na raça para isso. De fato, o sistema de cotas raciais – seja ele usado nos EUA ou no Brasil – é inqüestionavelme…

Campanha de trânsito na Austrália tenta ligar alta velocidade à pênis pequeno

Para combater o excesso de velocidade entre os jovens autralianos, as autoridades do país adotaram uma estratégia publicitária que é, no mínimo, interessante. A mensagem tenta relacionar a alta velocidade no volante a uma tentativa de compensar um pênis pequeno.

Além das propagandas na TV e no cinema com o slogan "Alta velocidade. Ninguém te acha grande", a campanha também terá cartazes em pontos de ônibus e um anúncio na internet oferecendo preservativos "extra extra pequenos" aos que se excedem na velocidade.

Para o diretor da agência de trânsito, John Whelan, a campanha pretende transformar o hábito de acelerar além do limite em algo "socialmente inaceitável".

A mensagem pode provocar efeitos esperados no jovém médio, mas qual será o efeito em jovens que realmente possuem pênis pequeno? É preciso cautela em campanhas polêmicas como essa. Mas vamos torcer para que dê certo. Segundo a agência de trânsito de Nova Gales do Sul, o excesso de velocidade é resp…

“Sr. Juiz, roube com moderação”, diz torcida do América-RN.

Insatisfeitos com a atuação da arbitragem neste início de Campeonato Brasileiro, torcedores do América-RN levaram duas faixas com mensagens de protesto ao jogo deste domingo, contra o Fluminense, no Machadão.

Em uma delas estava grafada a seguinte frase: "Sr. Juiz, por favor, roube com moderação". Na outra, lia-se: "Sr Juiz, respeite o América". A atitude dos simpatizantes do clube potiguar chamou a atenção do juiz da partida, Cléver Assunção Gonçalves. O árbitro confessou constrangimento e afirmou que vai pôr isso no relatório da partida.

A manifestação não deu muita sorte. O América acabou perdendo por 1 a 0, acompanhando a tendência de seu desempenho no campeonato. Das sete partidas do América no Brasileirão, o time perdeu cinco, sendo quatro dentro do próprio Machadão.

Humor: Joãozinho e Deus

Recebi essa piada pelo Orkut. Muito boa:

Joãozinho queria ganhar 100 reais e rezou durante 2 semanas para Deus. Como nada acontecia, ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso com seu pedido. O correio recebeu uma carta endereçada para "Deus - BRASIL" e resolveu mandá-la para o Lula. Lula ficou muito comovido com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 reais para o menino, pois achou que 100 reais seria muito dinheiro para uma criança tão pequena. O Joãozinho recebeu os 10 reais e imediatamente notou o endereço do remetente "Brasilia - DF". Imediatamente pegou papel e caneta e sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:

- Prezado Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que eu pedi, contudo, eu pediria que na próxima vez o Senhor mandasse direto pro meu endereço, porque quando passa por BRASÍLIA, aqueles filhos da puta ficam com 90%!

Estudantes da UFRN atuam como médicos no interior

Nestor Burlamaqui

Mais uma vez, venho alertar a sociedade a respeito de uma realidade que no mínimo nos causa preocupação em relação à saúde pública no Rio Grande do Norte. Agindo de má fé para com os cidadãos, prefeituras do interior do estado estão contratando alunos do curso de medicina da UFRN para trabalhar em plantões que deveriam estar sendo servidos por médicos formados. Essa atitude tipifica claramente exercício ilegal da profissão médica, ferindo a lei brasileira, a ética, e as normas do Conselho Regional de Medicina (RN). Em troca de uma quantia inferior ao pago para médicos formados, esses municípios – além de prejudicar os usuários do sistema de saúde – induzem os jovens estudantes a participar de um verdadeiro tapa-buracos no serviço público.

Talvez esses alunos desconheçam que, segundo o artigo 282 do código penal, estão correndo o risco de serem punidos com até a dois anos de detenção, estragando, dessa forma, a sua reputação profissional. Ouvi um desses alunos alegando …

Chávez x RCTV: A luta pelo controle da informação

Na Carta Capital dessa semana a revista destaca a influência da mídia na política e dentre vários aspectos dessa influência, apresenta uma opinião interessante, na matéria intitulada "Nem Estado nem mercado", que faz uma boa ressalva frente a posição da grande maioria dos meios de comunicação. Abre os olhos para o caso do canal de tv venezuelano RCTV, que teve negada a renovação de sua concessão de transmissão.

Enquanto toda a mídia brasileira repudia a atitude do presidente venezuelano Hugo Chávez como um ato contra a liberdade de expressão, a Carta Capital, através de Antonio Luiz M. C. Costa, lembra que "Se Chávez é ameaça à expressão livre, idem os oligopólios da informação". Leia a matéria.

Comunicação empresarial faz bem

Por Nestor Burlamaqui

Ao contrário do que muitos empresários brasileiros acreditam, a imagem ou a reputação de uma empresa não depende apenas de propaganda na TV e no rádio ou de sua eficácia produtiva. De fato, esses elementos são muito importantes, mas muitos desconhecem que, se o público interno de uma organização – no caso, os empregados – não estiver satisfeito com as políticas da empresa, não só a eficácia dela estará comprometida, mas também a sua imagem e reputação diante do público externo, que são os clientes, fornecedores e a sociedade em geral. É fato que – talvez por desconhecimento ou por simples falta de recursos – a aplicação de políticas de comunicação empresarial é algo raro entre as empresas potiguares.

Porém, pequenas ações podem melhorar bastante o clima interno e, consequentemente, a imagem externa de uma organização. Por exemplo, algo que, se fosse corrigido, melhoraria bastante o clima interno das empresas brasileiras, é a falta de informação para novos empregad…