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Mostrando postagens de Maio, 2008

As super-propagandas do governo

Acredito que seja unânime - dentro da opinião dos homens sensatos e justos - a idéia de que não há nenhuma necessidade de se veicular na mídia essas propagandas institucionais do governo do estado e de alguns municípios, como forma de prestar contas à população. Pelo menos não da forma como essas propagandas são feitas, pois o objetivo de informar e de ser transparente quase nunca é atingido. E mesmo nos casos em que alguma informação é realizada, ela demonstra-se ineficaz. Não compensa os gastos públicos e não informa suficientemente; sempre vindo com muitos elementos emocionais como música e imagens de efeito, com claro cunho publicitário. A cidade, o Estado são umas maravilhas. Não há problemas. Tudo é progresso: "Isso é trabalho!", "Vamo que vamo, vamo em frente!", "Tá embalando!" Sinceramente, não sei em qual lugar do mundo isso é uma prestação de contas à população.

Uma mensagem cujo objetivo é prestar contas dos serviços públicos para a sociedade d…

“Isso é trabalho!”, “Vamo que vamo, vamo em frente!”, “Tá embalando!”

Não sei porque a cada dez minutos estão passando essas propagandas de municípios e do governo estadual. Talvez seja porque os gestores públicos estão muito preocupados em prestar contas para a população. Deve ser só coincidência isso acontecer em ano eleitoral. Mas será que precisa de tanto gasto e de tanta musiquinha só pra prestar contas?

A causa de Valério Mesquita

Quarta-feira eu estava passeando pela livraria de um shopping de Natal e vi um livro que lembrou-me de um debate que travei - se não me falhe a memória - em meados de 2003 com o escritor Valério Mesquita. O livro era dele. O título é "Em defesa da fé cristã" e contém diversos artigos publicados nos jornais de Natal.

Peguei o livro e o folheei rapidamente, em busca do artigo que provocou o dito debate: "A causa palestina", publicada no Jornal de Hoje . Encontrei. Estava lá. Mas não tinha a minha "Resposta ao racismo", publicada no mesmo jornal como uma forma de atacar a mensagem divulgada pelo artigo do escritor. Não tinha nem um comentariozinho sobre a pequena confusão que aquele artigo em particular provocou. Depois da minha resposta, o escritor publicou outro pra me rebater: "O censor das arábias", onde ele confessou ter passado maus bocados por causa da minha resposta mas insistiu nos argumentos anti-semitas. Depois dessa, publicaram outro art…