Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2012

A revista Sociologia e o "mau-caratismo" intelectual

Hoje comprei a revista chamada Sociologia. Comprei pensando que seria sociologia, mas era apenas um chamariz  para parecer algo sério. Hoje, no Brasil, o nome sociologia é usado como sinônimo de seriedade. Isso legitima a autoridade de quem quer que seja para defender suas ideologias políticas, econômicas ou sexuais de esquerda. Ciência? Passa longe. Religião? Agora estamos mais perto. Afinal, ciência é imparcial e objetiva. No entanto, os textos da revista não apresentavam nem referenciavam trabalhos científicos sérios, mas sim artigos opinativos claramente orientados pelo pensamento neomarxista. Marx, o profeta. Socialismo, o paraíso ou a terra prometida ou mesmo o messias. Marx era judeu, assim como Jesus. O diabo é o Capitalismo, Estados Unidos, Israel, os banqueiros, os burgueses. Na verdade eles têm mais diabos do que santos.

Ciência? Certamente não. Na revista eles não tentaram nem disfarçar. Deveriam mudar o nome da revista, mas não.
Agora trato resumidamente de alguns temas da …

Lei de talião e pena de morte no Brasil

Considero o princípio da lei de talião o mais justo de todos os princípios legais. Ele representa o equilíbrio. Afinal, não seria isso a justiça? É um princípio simples. E a simplicidade é o último grau de sofisticação. Por exemplo, se alguém mata intencionalmente uma pessoa inocente e por motivo banal, esse alguém deve ser morto.
Podemos complicar um pouco. Durante um hipotético (mas não tão hipotético) assalto, policiais e bandidos trocam tiros. Uma pessoa que passava nas proximidades é atingida e morta. Nossa lei preocupa-se em procurar a autoria do tiro que matou o inocente, quando isso é irrelevante a princípio. O que verdadeiramente importa é a autoria da intencionalidade que assumiu e provocou a morte. Não há dúvidas de que os bandidos saíram de casa assumindo a possibilidade de matar. Não os policiais. Logo, percebemos aí a intencionalidade de usar a força por meio da morte de uma alguém, independente de quem viesse a obstruir suas intenções criminosas. Logo, ainda que juridi…

Pela extensão da legítima defesa

É lamentável eu chegar ao ponto de me preocupar em escrever algo neste sentido. Nenhum cidadão deveria sentir medo, até dentro de sua própria casa, mas, diante da situação em que se encontra a segurança do brasileiro honesto, começamos a pensar em aplicar atitudes tachadas por alguns como radicais ou desesperadoras. No entanto, acredito que sejam soluções adequadas ao nosso atual problema. Afinal, estamos cansados desse aumento de crimes contra o patrimônio e a vida de cidadãos brasileiros. Estamos com medo. Isso é um fato. Acredito que melhorias sociais trariam melhorias – ainda que de longo prazo – nessa área da segurança. Mas também acredito que o aumento do número de qualquer tipo de crime só ocorre em casos de aumento de impunidade. É uma questão de matemática. Cada vez mais, no fim das contas, está valendo a pena ser criminoso no Brasil. Afinal, qual é o outro país que oferece um auxílio-reclusão para vagabundos criminosos que não contribuem em nada para a sociedade, cujo valor …