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Mostrando postagens de Novembro, 2006

Nudez banalizada no Fantástico

Ontem no programa Fantástico foi apresentada uma reportagem sobre a imagem brasileira nos EUA. Essa matéria foi provocada pelo lançamento do filme Turistas, onde um grupo de americanos vêm ao Brasil e passam por maus bocados.

O que quero destacar é que durante essa matéria, o programa exibiu trechos de um antigo filme americano que mostrava uma suposta praia brasileira onde as mulheres andavam sorridentes, mostrando os seios e estavam acompanhadas por macacos. Deixando a ignorância dos americanos de lado, assim como a imagem errônea que eles tem sobre o Brasil, chamo a atenção para o pecado que o próprio programa cometeu nesse momento.

Na tentativa de mostrar como nós somos vistos pelos americanos, o programa deve ter esquecido que crianças também assistem ao programa.

Será que é ético mostrar mulheres seminuas na tv, num horário considerado familiar? Ou será que hoje em dia a nudez está banalizada?

Palestra discute relação social em jogos e grupos virtuais

Por Nestor Burlamaqui

No próximo dia 19 de novembro, durante a abertura dos simpósios IHC, Webmedia e SBSC 2006, a antropóloga norte-americana Bonnie Nardi, da Universidade da Califórnia, apresentará a palestra “Liminoid play in World of Warcraft”, que trata da relação social dos usuários em jogos e grupos virtuais. Ela discutirá como as experiências em jogos que envolvem vários jogadores em ambiente virtual - como no popular “World of Warcraft” - são potenciais fontes de inovação social, já que esses tipos de jogos permitem que os usuários formem grupos com indivíduos desconhecidos, com o objetivo de concluir tarefas rápidas e vencer obstáculos que surgem durante o jogo.

Segundo ela, esse tipo de colaboração dentro do jogo reflete mudanças que acontecerão em breve no mundo do trabalho globalizado, onde as pessoas cada vez mais trabalharão virtualmente com colegas que mal conhecem. Bonnie Nardi também salientou que essa situação reduz efeitos que podem dificultar o relacionamento entre …

Alunos de medicina atuam como médicos formados

Há algum tempo ouvi de alguns estudantes de medicina a informação de que alunos do curso estariam trabalhando em jornada de plantão em hospitais municipais do estado, como se fossem médicos formados. Na verdade, essa prática é comum no Rio Grande do Norte e alguns a defendem afirmando que os tais alunos estão nos últimos períodos do curso e que poderiam exercer a responsabilidade, além de alegarem falta de médicos no RN. Mas há o problema ético, pois os pacientes não sabem que os supostos médicos ainda são aprendizes ou estagiários.

Na minha opinião, se o problema não pode ser solucionado de forma rápida, que seja regulamentada essa ilicitude que existe hoje, de forma a torná-la legal e pública, para que os pacientes tomem conhecimento dessa realidade que prossegue no submundo do serviço público da saúde. Ou seja, o que não pode é ver os pacientes continuarem sendo enganados, pensando que estão sendo avaliados e medicados por médicos formados, quando na verdade estão servindo como comp…