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sábado, julho 28, 2007
Momento musical: Imbranato, de Tziano Ferro
quinta-feira, julho 26, 2007
Copos descartáveis podem liberar substância cancerígena
Você sabia que copos descartáveis liberam uma substância nociva quando aquecidos? O plástico desses copos libera uma substância química semelhante ao hormônio feminino, o xenoestrogênio.
Ao entrar no organismo junto com a bebida, o xenoestrogênio ocupa os receptores desse hormônio, aumentando a chance de as mulheres terem câncer de mama ou útero. Já os homens ficam mais predispostos ao câncer de próstata, à infertilidade e à diminuição do número de espermatozóides.
"Estamos o tempo todo expostos ao xenoestrogênio, que é liberado por todos os derivados de petróleo. Por isso, devemos evitar os copos plásticos para o café", alerta a médica ortomolecular Tâmara Mazaracki. Usar vasilhas plásticas no microondas é contra-indicado. O copinho descartável não é o único material a liberar o xenoestrogênio, mas torna-se uma das principais fontes, na medida em que o cafezinho costuma ser ingerido várias vezes ao dia. "As vasilhas plásticas que são levadas ao microondas e qualquer material que contenha derivados de petróleo, ao serem aquecidos, também liberam xenoestrogênios", adverte.
Ela diz que ambientes novos, com carpete e pisos colados também são grandes emissores de xenoestrogênios. "As pessoas vão se envenenando aos poucos. Devemos mudar nossos hábitos, tomando café em xícara de louça ou vidro. O mesmo vale quando usarmos o microondas".
Ao entrar no organismo junto com a bebida, o xenoestrogênio ocupa os receptores desse hormônio, aumentando a chance de as mulheres terem câncer de mama ou útero. Já os homens ficam mais predispostos ao câncer de próstata, à infertilidade e à diminuição do número de espermatozóides.
"Estamos o tempo todo expostos ao xenoestrogênio, que é liberado por todos os derivados de petróleo. Por isso, devemos evitar os copos plásticos para o café", alerta a médica ortomolecular Tâmara Mazaracki. Usar vasilhas plásticas no microondas é contra-indicado. O copinho descartável não é o único material a liberar o xenoestrogênio, mas torna-se uma das principais fontes, na medida em que o cafezinho costuma ser ingerido várias vezes ao dia. "As vasilhas plásticas que são levadas ao microondas e qualquer material que contenha derivados de petróleo, ao serem aquecidos, também liberam xenoestrogênios", adverte.
Ela diz que ambientes novos, com carpete e pisos colados também são grandes emissores de xenoestrogênios. "As pessoas vão se envenenando aos poucos. Devemos mudar nossos hábitos, tomando café em xícara de louça ou vidro. O mesmo vale quando usarmos o microondas".
domingo, julho 22, 2007
Governador do Paraná acusa Globo de ter sustentado filho de FHC

Veja a a matéria.
terça-feira, julho 17, 2007
Grupo seqüestra jovem para conseguir senha de game
O cúmulo da secura é isso aí:
Uma quadrilha composta por quatro jovens foi presa na manhã desta terça-feira por policiais civis do DAS (Divisão Anti-Seqüestro) de São Paulo. Eles são suspeitos de seqüestrar um jovem para conseguir sua senha no jogo Gunbound.
Veja a matéria.
Fonte: Folha Online
Uma quadrilha composta por quatro jovens foi presa na manhã desta terça-feira por policiais civis do DAS (Divisão Anti-Seqüestro) de São Paulo. Eles são suspeitos de seqüestrar um jovem para conseguir sua senha no jogo Gunbound.
Veja a matéria.
Fonte: Folha Online
quinta-feira, julho 12, 2007
Operação Impacto investiga Vereadores de Natal

Uma operação realizada pela Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público, apreendeu hoje (12/07) material das residências e gabinetes de oito vereadores da câmara de Natal: Dickson Nasser (PSB), Geraldo Neto (PMDB), Adenúbio Melo (PSB), Renato Dantas (PMDB), Emilson Medeiros (PPS), Júlio Protásio (PV), Salatiel de Souza (sem partido) e Sargento Siqueira (PV).
Eles são acusados de receber propina para votar a favor da derrubada dos vetos do prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB) a emendas no Plano Diretor de Natal. Se a corrupção for confirmada, só faltará saber quem pagou; e não haverá dúvidas de que deverão ser empresários que iriam se beneficiar com as emendas vetadas pelo prefeito. Segundo matéria da Tribuna do Norte, uma dessas emendas, de autoria do vereador Dickson Nasser, libera a Zona Norte para construção de prédios com mais de 22 andares. Nesse momento, pelo menos um dos diretores de uma das grandes empresas construtoras que atuam na cidade deve estar dormindo com dificuldades.
Esse tipo de investigação faz com que o estereótipo do político ladrão solidifique-se cada vez mais entre a população.
quarta-feira, julho 11, 2007
ET no ônibus
Muito boa a propaganda do AXN Film Festival 2007. É igual a uma viagem na linha 51, aqui em Natal.
Copa América: Estamos na final, com a ajuda do juiz
Ganhar é bom, mas da forma como o árbitro validou a defesa de Doni frente ao chute de Lugano, não tem graça. Os pênaltis foram emocionantes, mas com ajuda do árbitro não é legal.
terça-feira, julho 03, 2007
Iniciação sexual precoce: de quem é a culpa?
Não é grande novidade que a precocidade infantil em relação à sexualidade pode estar conectada com uma família desequilibrada ou ausente. Com os diversos tipos de mídia (TV, revistas e Internet) servindo como educadora de nossas crianças, em substituição aos pais ausentes, a necessidade de um maior controle sobre esses meios de comunicações vem ganhando uma importância imprescindível para que a situação não fique pior do que está.
Diariamente, vemos jovens meninas maquiando-se, usando roupas justas e decotadas, adotando um visual impróprio para sua idade, apenas para acompanharem a moda ditada pela mídia. Essas mesmas meninas conversam sobre namoro naturalmente, como se fossem adultas. Muitas vezes iniciam a vida sexual aos 12 ou 13 anos e, conseqüentemente, engravidam. A tendência é que esse quadro se agrave. Porém, sabemos que há uns dez ou quinze anos esse comportamento não ocorria com tanta freqüência. “O que está acontecendo?”, perguntam-se alguns pais, preocupados.
Conversando com a gerente de uma banca de revistas em um shopping de Natal, descobri que a maioria das meninas que compram revistas como Capricho e Atrevida - publicações que deveriam ser consumidas por meninas adolescentes – são compradas, quase que exclusivamente, por crianças de idade entre 7 e 11 anos, e não por adolescentes de 15 anos ou mais. A mesma gerente afirmou ainda que os pais dão o dinheiro às meninas sem maiores problemas, como se não se preocupassem com o material que suas filhas lêem. Exemplos das matérias dessas revistas são: “Saiba como agir quando ele faz a maior pressão para transar”, “É normal sentir dor nas primeiras relações sexuais? Descubra já!” ou “8 perguntas sobre masturbação - Acabe de uma vez com todas as suas dúvidas”. Agora eu pergunto: o que esse tipo de leitura provoca na cabeça de uma menina de dez anos? Os pais deveriam refletir a respeito do tipo de informação que seus filhos e filhas estão absorvendo.
Talvez alguns defendam que se trata de orientação sexual. Mas eu questiono se isso não seria mais um incentivo ao sexo. Logo, percebe-se que os pais de hoje estão, na melhor das hipóteses, despreparados. Eles encontram dificuldades em lidar com as recentes normas de comportamento que estão sendo empurradas pela mídia, cujos olhos são guiados sempre pela ganância do mercado. A lógica é simples: se um material considerado impróprio para crianças pode vender mais do que um outro mais adequado, o primeiro é publicado na TV, nas revistas e na Internet sem maiores preocupações com as conseqüências que isso provocará no público infantil. Geralmente, o argumento deles joga a culpa diretamente sobre o público: “Se vende é porque o povo quer”. Porém, há uma palavra mágica que muitos esquecem: responsabilidade. Além dos pais, a culpa certamente é da mídia.
A maioria dos “irresponsáveis” pela programação televisiva não se importa se aquela cena de sexo da novela é transmitida num horário acessível para crianças. O código de ética da radiodifusão afirma que as emissoras devem transmitir entretenimento do melhor nível artístico e moral, considerando que a radiodifusão é um meio popular e acessível a quase totalidade dos lares. Porém, vemos todos os dias na TV cenas de sexo, propagandas desrespeitosas e grupos cantando letras imorais, fora as dançarinas com suas coreografias libidinosas(quem não se lembra da Carla Perez e de sua Bunda Music?) O mesmo código, em seguida, lembra da responsabilidade dos pais ou responsáveis, “aos quais cabe o dever de impedir, a seu juízo, que os menores tenham acesso a programas inadequados, tendo em vista os limites etários prévia e obrigatoriamente anunciados para orientação do público”. O problema é que essa orientação do público através de limites etários inexiste ou, quando existe, não corresponde à realidade.
Nesse cenário, uma possível solução – se ainda podemos sonhar com isso – seria aplicável a longo prazo; e o maior desafio para se atingir um objetivo positivo é justamente modificar o atual comportamento dos jovens através da mudança ou eliminação das normas prejudiciais, que foram se incrustando em nossa sociedade. Por exemplo, atualmente, as meninas entre 10 e 14 anos que não usam roupas sensuais, estão fora da moda e logo são criticadas ou excluídas por suas colegas.
Pressionado por alguns segmentos da sociedade, o governo está planejando, em breve, publicar uma portaria que regulará a classificação indicativa dos programas de TV. É pouco, mas não deixa de ser um passo em direção a uma possível solução ou amenização. Contudo, é preciso ter cuidado para que essa portaria não seja feita do jeito como as emissoras desejam, ou nada mudará de fato. Afinal, o controle da informação é imprescindível. Podem chamar de censura. Eu chamo de bom senso.
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