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Voltando: falando de Lula e de cotas

Muito tempo sem escrever aqui. Muitas ocupações. Enfim, retorno, ouvindo Hadag Nachash, para comentar rapidamente sobre fatos que ocorreram nos últimos dias, ou semanas... Faz tempo que não escrevo aqui.

Obama presidente e mais uma de Lula: Vejam o que Lula falou, logo após saber da vitória de Obama: “(..) o Brasil deve se orgulhar da vitória de Obama pois o Brasil é a 2ª maior nação negra do mundo, só perdendo para a Nigéria. É importante ter um negro como presidente dos Estados Unidos da América do Norte”. Duas coisas: 1ª) O Brasil é um país de mestiços, não importa como o povo se identifique: branco ou negro. Qualquer uma das nações africanas possui mais negros do que no Brasil. Não apenas a Nigéria. 2ª) Será que existe um Estados Unidos da América do Sul?

Mais cotas universitárias: Projeto de cotas prevê 50% das vagas em universidade federais para para estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. As vagas serão preenchidas com reservas para negros, pardos e indígenas na proporção da população de cada Estado, estipulada pelo censo da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até entendo cotas para quem precisou ter um ensino médio ruim, mas isso acarreta numa situação nova, pois, com uma base de conhecimento precária, o aluno terá uma dificuldade muito grande para apreender os conhecimentos de nível superior. Isso é o que já ocorre na UERN. Os universitários que entraram pelas cotas possuem um desempenho muito baixo. Segundo um professor da instituição, muitos não sabem nem fazer uma regra de três. Outra coisa, nunca fui a favor de cotas racistas. É como admitir que os “negros” não conseguem competir com “brancos”, no vestibular. Além de isso ser falso, é discriminatório.

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