No dia 19/02 a Folha de S.Paulo publicou um editorial sobre os processos movidos por fiéis da igreja contra os jornais Extra, O Globo, A Tarde e a própria Folha de S.Paulo. Os processos, orquestrados pela alta cúpula da igreja com o objetivo de intimidar a liberdade de expressão, tem como alvo a reportagem da jornalista Elvira Lobato, publicada em dezembro, que descreve as milionárias atividades do bispo Edir Macedo.
O enriquecimento rápido sempre foi característica notável da Igreja Universal. Ou dá-se dinheiro para a igreja ou vai para o inferno. Essa é a política de enganação. É triste ver como uma pessoa de intenções puramente econômicas lucra milhões só com conversa fiada. Na década de 90 a rede Globo chegou a divulgar uma matéria televisiva denunciando claramente esse caráter vergonhoso da Igreja Universal.
Já publicado por este blog anteriormente, o vídeo da matéria pode ser visto abaixo:
terça-feira, fevereiro 19, 2008
domingo, fevereiro 10, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Policial mata jovem de 13 anos no carnaval de Macau
Um Policial Militar matou na manhã de ontem(06/02), com um tiro na cabeça, uma estudante de 13 anos que estava passando o carnaval em Macau. O soldado Ednaldo Manoel do Nascimento, que estava de folga, se envolveu em um briga no largo onde acontecem os principais shows e atirou contra alguns rapazes com um revólver calibre 38. Cynthia Luciana Reis de Queiroz, que estava distante da confusão, acabou atingida por um dos disparos e morreu logo após ser socorrida.
Leia a notícia:
http://tribunadonorte.com.br/noticia.php?id=66413
Leia a notícia:
http://tribunadonorte.com.br
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Bandidagem e esculhambação em Mossoró
Será que devemos nos conformar com o que está acontecendo em Mossoró? A cidade não serve mais para viver. Pelo menos não em paz e tranquilidade, como ocorria há alguns anos. A bandidagem tomou conta de tudo. O tráfico de drogas é quem manda agora. É uma terra de ninguém. É uma verdadeira esculhambação.
Moro em Natal há dez anos e nunca fui assaltado por lá. Mas um dia vim visitar minha cidade e uma dupla de vagabundos numa moto levou carteira e relógio, meus e de minha namorada, que também teve esse desprazer. Faz tempo. O assalto foi em 2001, mas não foi em Natal, uma cidade maior e supostamente mais perigosa. Foi bem aqui mesmo. E de lá pra cá, em 2008, a situação só piorou. Feliz ano novo.
Recentemente vim passar férias aqui e fiquei sabendo que todo dia matam um na cidade. Pensei que fosse exagero. Estava enganado. É verdade que a maioria das vítimas estavam envolvidas com o crime e com o tráfico. Ora, se os bandidos fossem as únicas vítimas deles próprios, seria ótimo. Mas, ontem mesmo, minha vizinha foi seqüestrada no momento em que chegava do trabalho em casa. Pelo menos nada demais aconteceu a ela, pois foi liberada horas depois numa cidade próxima.
O que impede que o mesmo ocorra comigo? Ou mesmo com você, leitor? Infelizmente, nada é o que muitas pessoas acreditam que podem fazer contra isso. Imaginam-se de mãos atadas, incapazes de influenciar nas atitudes das autoridades que poderiam (ou podem... não sei) fazer algo para nos dar mais segurança. É claro que uns poucos podem erguer uma cerca elétrica em volta de suas residências e/ou contratar um serviço de segurança particular. Mas sabemos que nem isso é garantia. Na verdade, a própria cerca elétrica, cada vez mais presente nas casas mossoroenses, é o marco da insegurança em que nos encontramos.
Informação é o que não falta. Todos sabem onde ficam os pontos que alimentam o crime e os responsáveis diretos e indiretos pela situação da segurança pública mossoroense. Tenho certeza que as autoridades policiais têm conhecimento desses locais e as pessoas chave. Logo, se sabem, por que não resolvem logo isso? Mas, se não sabem, realmente estamos bem arrumados. Onde estão os recursos para segurança mossoroense? O Estado não está repassando o suficiente devido à briguinhas políticas?
É claro que, a longo prazo, a educação é a solução para tudo, inclusive a insegurança, em qualquer lugar do mundo. No entanto, precisamos de um pouco de resultado a curto prazo. Mas os nossos políticos - irresponsáveis pela nossa segurança - não querem saber de resolver nada além de suas próprias vidas políticas: “o povo é que se lasque”, o que nós podemos fazer? Cobrar adianta alguma coisa? E agora? Vamos votar em quem? Quem dá mais? O voto no Brasil é comprado. Então estou aqui publicamente leiloando o meu por mais segurança em minha cidade. Quem der mais ganha.
Moro em Natal há dez anos e nunca fui assaltado por lá. Mas um dia vim visitar minha cidade e uma dupla de vagabundos numa moto levou carteira e relógio, meus e de minha namorada, que também teve esse desprazer. Faz tempo. O assalto foi em 2001, mas não foi em Natal, uma cidade maior e supostamente mais perigosa. Foi bem aqui mesmo. E de lá pra cá, em 2008, a situação só piorou. Feliz ano novo.
Recentemente vim passar férias aqui e fiquei sabendo que todo dia matam um na cidade. Pensei que fosse exagero. Estava enganado. É verdade que a maioria das vítimas estavam envolvidas com o crime e com o tráfico. Ora, se os bandidos fossem as únicas vítimas deles próprios, seria ótimo. Mas, ontem mesmo, minha vizinha foi seqüestrada no momento em que chegava do trabalho em casa. Pelo menos nada demais aconteceu a ela, pois foi liberada horas depois numa cidade próxima.
O que impede que o mesmo ocorra comigo? Ou mesmo com você, leitor? Infelizmente, nada é o que muitas pessoas acreditam que podem fazer contra isso. Imaginam-se de mãos atadas, incapazes de influenciar nas atitudes das autoridades que poderiam (ou podem... não sei) fazer algo para nos dar mais segurança. É claro que uns poucos podem erguer uma cerca elétrica em volta de suas residências e/ou contratar um serviço de segurança particular. Mas sabemos que nem isso é garantia. Na verdade, a própria cerca elétrica, cada vez mais presente nas casas mossoroenses, é o marco da insegurança em que nos encontramos.
Informação é o que não falta. Todos sabem onde ficam os pontos que alimentam o crime e os responsáveis diretos e indiretos pela situação da segurança pública mossoroense. Tenho certeza que as autoridades policiais têm conhecimento desses locais e as pessoas chave. Logo, se sabem, por que não resolvem logo isso? Mas, se não sabem, realmente estamos bem arrumados. Onde estão os recursos para segurança mossoroense? O Estado não está repassando o suficiente devido à briguinhas políticas?
É claro que, a longo prazo, a educação é a solução para tudo, inclusive a insegurança, em qualquer lugar do mundo. No entanto, precisamos de um pouco de resultado a curto prazo. Mas os nossos políticos - irresponsáveis pela nossa segurança - não querem saber de resolver nada além de suas próprias vidas políticas: “o povo é que se lasque”, o que nós podemos fazer? Cobrar adianta alguma coisa? E agora? Vamos votar em quem? Quem dá mais? O voto no Brasil é comprado. Então estou aqui publicamente leiloando o meu por mais segurança em minha cidade. Quem der mais ganha.
terça-feira, janeiro 29, 2008
Carnaval e Holocausto, tudo a ver?
Nesse último domingo, o Sr. Adriano Silva publicou na revista Época um artigo criticando uma suposta censura no Carnaval do Rio de Janeiro. O jornalista deve ter entendido mal a atitude da comunidade judaica do Rio de Janeiro, que considerou pouco sensato expor o Holocausto na forma de um carro da escola Viradouro cheio de corpos empilhados. De forma equívoca, o jornalista confundiu opinião e protesto com uma "censura prévia".
Sabendo da insatisfação da comunidade judaica em relação ao seu polemico carro alegórico, o carnavalesco da escola, Paulo Borges, visitou a Federação Israelita do Rio de Janeiro para conversar sobre o caso. Certamente ouviu a opinião desfavorável deles.
Seria isso censura prévia? Ou apenas o uso do "bom senso prévio"? Ninguém está obrigando a Viradouro a retirar o carro do futuro desfile. O Sr. Paulo Borges é que está tomando uma atitude sensata e cautelosa ao ouvir a opinião dos maiores interessados no assunto. E não há problemas nisso.
Concordo com o jornalista quando ele fala que devemos esquecer coisas ruins. O Holocausto foi uma coisa ruim. Devemos esquecer o Holocausto? Se sim, pra quê relembrá-lo logo dessa forma grotesca, num carnaval? Se não, lembremos suas vítimas por meios e formas respeitosas. Lembremos para que coisas ruins jamais voltem a acontecer.
Leia o artigo da Época
Sabendo da insatisfação da comunidade judaica em relação ao seu polemico carro alegórico, o carnavalesco da escola, Paulo Borges, visitou a Federação Israelita do Rio de Janeiro para conversar sobre o caso. Certamente ouviu a opinião desfavorável deles.
Seria isso censura prévia? Ou apenas o uso do "bom senso prévio"? Ninguém está obrigando a Viradouro a retirar o carro do futuro desfile. O Sr. Paulo Borges é que está tomando uma atitude sensata e cautelosa ao ouvir a opinião dos maiores interessados no assunto. E não há problemas nisso.
Concordo com o jornalista quando ele fala que devemos esquecer coisas ruins. O Holocausto foi uma coisa ruim. Devemos esquecer o Holocausto? Se sim, pra quê relembrá-lo logo dessa forma grotesca, num carnaval? Se não, lembremos suas vítimas por meios e formas respeitosas. Lembremos para que coisas ruins jamais voltem a acontecer.
Leia o artigo da Época
quinta-feira, janeiro 24, 2008
A ridicularidade do Hamas

Em pelo menos duas ocasiões nesta semana, o grupo Hamas fingiu cenas de blackout como parte de sua campanha para acabar com as sanções de Israel contra a faixa de Gaza. A informação foi divulgada hoje por jornalistas palestinos.
Numa das ocasiões, os jornalistas que foram convidados a cobrir um encontro do Hamas foram surpreendidos ao verem o primeiro ministro Ismail Hanieh e seus ministros sentados numa mesa cheia de velas acesas. Eles afirmaram que não havia nenhuma necessidade das velas pois os encontros foram realizadaos durante o dia.
"Eles fecharam as cortinas nas salas para criar a impressão de que os líderes do Hamas também sofriam com a falta de energia elétrica", disse um dos jornalistas ao Jerusalem Post, que também afirmou que, com esse fingimento, o Hamas estava obviamente tentando manipular a mídia local.
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terça-feira, janeiro 22, 2008
De quem é a culpa ?
Só uma perguta: Por que a ONU não pediu para o Hamas parar de disparar mísseis contra Israel?O destino de Gaza está nas mãos do Hamas. Se o Hamas abandonar o terrorismo ou pelo menos parar de lançar foguetes contra Israel, certamente tudo ficará melhor.
Veja notícia: http://www.euronews.net/index.php?page=info&article=465939&lng=6
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