terça-feira, janeiro 06, 2009

As barbaridades sobre Gaza

A Folha Online publicou hoje um texto que esclarece a situação na Faixa de Gaza. Escrito pelo jornalista Sérgio Malbergier, o texto intitula-se "As barbaridade sobre Gaza" e alerta contra a desumanização de Israel:

A brutal ofensiva de Israel contra os ataques do grupo extremista islâmico palestino Hamas na faixa de Gaza excita comentaristas de várias especialidades a expor seus pensamentos sobre o complexo conflito árabe-israelense.

É um festival de crimes contra a história, a razão e, muitas vezes, contra os cerca de 14 milhões de judeus no mundo(...)

Leia na íntegra.

domingo, janeiro 04, 2009

Diário de Natal é vítima do Kibe Loco

Estava acessando o site Kibe Loco e achei isso, sob o título "Reforma ortográfica: adote a sua":

Duvida? Clique AQUI.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Presidente palestino afirma que Hamas poderia ter evitado ataques em Gaza


O presidente palestino Mahmoud Abbas disse no último domingo que o grupo islâmico Hamas poderia ter evitado os ataques israelenses em Gaza se prosseguissem com a trégua.

“Falamos com eles e lhes dissemos: 'por favor, pedimos a vocês, não acabem com a trégua. Deixe a trégua continuar' então nós poderíamos ter evitado o que aconteceu”, disse ele no Cairo.

Numa coletiva de imprensa com o Ministro de Relações Exteriores Ahmed Aboul Gheit, Abbas disse que desejava proteger a Faixa de Gaza. Ele ainda falou que estava interessado no retorno dos diálogos o mais rápido possível. Abbas já temia uma invasão em Gaza, criticando os ataques de foguetes sobre Israel como sendo atos de tolice.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Confraternizações empresariais e dívidas ocultas

As confraternizações são muito legais. Come-se e bebe-se de graça. Tudo às custas da empresa. Nelas podemos observar um comportamento social interessante: o altruísmo disfarçado. Os dominantes (diretoria) oferecem um banquete aos dominados(empregados). Ao oferecer algo para os empregados, os diretores não estão sendo bonzinhos, mas endividando os empregados com algo que eles esperam: cooperação e apego aos objetivos da empresa. O trato é feito e os dominados, ao aceitar o banquete, estão se endividando perante seus empregadores.

Trata-se de uma variação da norma de reciprocidade. Quando recebemos um presente, estamos sendo quase que obrigados a retribuir. Não retribuir significa quebra do ciclo. Ou, na linguagem comum: “Pega mal não retribuir”.

Esse comportamento pode ser encontrado em diversas sociedades. Mas numa delas isso existe de forma bem evidente, chegando a encontrarmos manipulação estratégica por parte de seus integrantes. Como nos diz Jon Elster:

Um caso extremo desse altruísmo ambíguo encontra-se na descrição feita por Colin Turnbull da doação e do sacrifício entre os ik de Uganda:

"Essas não são expressões da crença tola de que o altruísmo é possível e desejável: são armas afiadas e agressivas que podem ter diversos usos. Mas o propósito do presente pode ser contrariado por sua não aceitação. Grande parte da engenhosidade dos ik converge para impedir a pretensa recusa. O objetivo é construir toda uma série de obrigações de modo que, em épocas de crise, tenha-se um número de dívidas acumuladas para serem cobradas; com sorte algumas delas podem ser pagas. Nesse sentido, justificam-se grandes sacrifícios, dadas as circunstâncias de vida dos ik, até o limite de condições mínimas de sobrevivência. Mas um sacrifício que pode ser rejeitado é inútil e, assim, se chega ao estranho fenômeno de que pessoas bastante egoístas em outros aspectos se desviem de seus rumos para ‘ajudar’ outros. Na verdade estão ajudando a si mesmas; a ajuda pode ser extremamente ressentida, mas é oferecida de tal modo que não pode ser recusada, porque, de qualquer modo, já foi dada. Sem que lhe tenha sido pedido, alguém pode lavrar a terra de outro em sua ausência, ou refazer sua cerca, ou participar da construção de sua casa, o que poderia ser perfeitamente feito pelo próprio dono e sua mulher. Certa vez, vi tanta gente cobrindo um telhado de sapê que este quase despencou, e não adiantaram os protestos do dono da casa. Trabalho feito é dívida contraída, uma boa razão para tomar cuidado com o vizinho. Lokeléa sempre foi uma pessoa impopular por aceitar esse tipo de ajuda e recompensá-la, no ato, com comida (o que ele sabia muito bem que não seria rejeitado). Essa oferta negava a dívida" (Turnbull, 1972, p. 146) (8).

Cão resgata animal atropelado no Chile


Uma câmera de vigilância de uma estrada de Santiago gravou imagens de um cão andando entre carros em alta velocidade para puxar o corpo de outro cão que morreu atropelado.

A cena foi mostrada por canais de televisão chilenos, postada em canais de compartilhamento de vídeos na web e centenas de milhares de pessoas viram as imagens até esta segunda-feira, 8. Equipes da estrada removeram os dois animais da Vespucio Norte na quinta-feira, 4, e o herói fugiu. Autoridades dizem que as imagens do resgate fizeram com que algumas pessoas ligassem e se oferecessem para adotar o animal, mas ninguém conseguiu achá-lo.

Carnatal 2008

Tudo igual. Reitero o que disse ano passado. A imagem mais marcante não foram as pernas de Ivete ou a empolgação dos foliões. Mas uma senhora de aproximadamente 65 anos segurando a corda de um dos blocos. A procissão dos “cordeiros sub-humanos” foi verdadeiramente emocionante, principalmente quando contrastada com a exibição da alegria comprada por aproximadamente R$ 200,00 ao dia.

sábado, novembro 22, 2008

Voltando: falando de Lula e de cotas

Muito tempo sem escrever aqui. Muitas ocupações. Enfim, retorno, ouvindo Hadag Nachash, para comentar rapidamente sobre fatos que ocorreram nos últimos dias, ou semanas... Faz tempo que não escrevo aqui.

Obama presidente e mais uma de Lula: Vejam o que Lula falou, logo após saber da vitória de Obama: “(..) o Brasil deve se orgulhar da vitória de Obama pois o Brasil é a 2ª maior nação negra do mundo, só perdendo para a Nigéria. É importante ter um negro como presidente dos Estados Unidos da América do Norte”. Duas coisas: 1ª) O Brasil é um país de mestiços, não importa como o povo se identifique: branco ou negro. Qualquer uma das nações africanas possui mais negros do que no Brasil. Não apenas a Nigéria. 2ª) Será que existe um Estados Unidos da América do Sul?

Mais cotas universitárias: Projeto de cotas prevê 50% das vagas em universidade federais para para estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. As vagas serão preenchidas com reservas para negros, pardos e indígenas na proporção da população de cada Estado, estipulada pelo censo da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até entendo cotas para quem precisou ter um ensino médio ruim, mas isso acarreta numa situação nova, pois, com uma base de conhecimento precária, o aluno terá uma dificuldade muito grande para apreender os conhecimentos de nível superior. Isso é o que já ocorre na UERN. Os universitários que entraram pelas cotas possuem um desempenho muito baixo. Segundo um professor da instituição, muitos não sabem nem fazer uma regra de três. Outra coisa, nunca fui a favor de cotas racistas. É como admitir que os “negros” não conseguem competir com “brancos”, no vestibular. Além de isso ser falso, é discriminatório.

Não é no Brasil

Com base no sociólogo Mark Granovetter (1978), podemos dizer que o comportamento violento de indivíduos durante algumas manifestações pode ...